Projeto: Grimoire: Ars Bellica


#1

Projeto surpresa. Um factorio-highfantasy-warfare-roguelike usando CURSES e C++. Se você quer um projeto completamente guilty-pleasure, não precisa procurar mais!

Thread de reuniões

Participantes:
@Marcheing
@Kazuo
@Jose
@orenjiakira


Temporadas 2018: Mission Report
Reuniões do Grimoire: Ars Bellica [terças 10-15h]
#2

Só para deixar anotado em algum lugar, estamos seguindo este passo-a-passo:

http://www.roguebasin.com/index.php?title=How_to_Write_a_Roguelike_in_15_Steps

E achamos essa série de FAQs bastante interessante:

https://www.reddit.com/r/roguelikedev/wiki/faq_friday

Ambos estão também na página de de referências.


#3

Dijkstra Maps parecem overpowered


#4

Seguindo a vibe hipster, nós agora estamos usando o mattermost como canal de comunicação para o projeto.

chat.uspgamedev.org


#5

Para quem quiser testar, fonte monospace quadrada. Não acho que seja a melhor coisa do mundo, mas é melhor que as paredes esburacadas, imo xD

http://strlen.com/square/

é CC-A.


#6

O resumo do Codename <Cursed> para o IV-th Let’s (test) Play e whatnot:
~se alguém discordar fala aê

v.2

Codename <Cursed> [nome temporário] é um projeto open source recente do USPGameDev de um jogo de Alta-Fantasia Militar e Industrial.

Ambicioso e inspirado por jogos como Factorio, roguelikes e Dwarf Fortress, <Cursed> surgiu do nosso gosto por desafios e paixão por estes tipos de jogos.


#7

Em geral detalhes técnicos (como linguagens e bibliotecas) assustam a imprensa (ok, not entirely true).

High-fantasy se traduz como “alta-fantasia” mesmo? Tem um termo oficial em português?

E ao invés de colocar aquele guilty-pleasure (que eu admito que foi muita preguiça da minha parte na descrição original), melhor só dizer que é um jogo que nasceu da paixão pessoal dos desenvolvedores ou algo hyped nesse estilo.


#8

#9

Passando aqui só pra registrar que o projeto Grimoire: Ars Bellica continua ativo na temporada 2019.1


#10

#11

Acho que até eu entender Rust minimamente não é razoável eu continuar participando do projeto. Vou ver se encontro um jeito de aprender no meu tempo livre.


#12

Uma coisa que íamos fazer é separar o frontend do grimoire e quase certamente implementá-lo em outra linguagem. Se quiser, podemos trabalhar nisso de sextas-feiras até ficarmos mais confortáveis com rust.


#13

Não entendi. O que faríamos?


#14

A gente implementa, por exemplo em LÖVE ou Godot, um cliente que se conecta via socket ao grimoire e apresenta a interface de usuário pra controlar o jogo. E os gráficos podem ser glyph-based como no df XD


#15

Oh, eu não entendo do socket, mas se eu vou estar sexta no Lab anyway, vamos ver!